Referências

Vi ontem duas entrevistas importantes com duas mulheres que eu admiro em aspectos diferentes (e que não idolatro, é bom ressaltar).

Me identifiquei quando Fernanda Young disse que odeia se expor, mas alguém tem que contar a história. E que ela não sabe falar do que não viveu. E adorei o termo, que eu já tinha esquecido, da gatinha mistério.

Fernanda falou e eu concordei, que adoraria ser a tal gatinha mistério. E mimetizou fazendo cara de sexy-misteriosa, cara essa que já me foi útil em certas ocasiões.

Mais tarde, confiei na teoria da Maria Gabiela, sobre a finitude dos amores. Me enxerguei, cinquentona, pegando o Giannechini.

Nos intervalos, pensei comigo: Diogo Mainardi, no fundo eu te compreendo.

E fui dormir.

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