Insone

Por uma notícia que nunca chega. Por uma opinião que muda o tempo todo. Por esperança que ainda não se esvaiu. Por sonhar acordada e sonhar dormindo, e sonhar praticamente o tempo inteiro, enfim.

Os posts inéditos se acumulam no desktop – pela metade, porém.

As letras se acumulam numa playlist imaginária.

O amor transborda num volume até então impossível.

E eu dei pra pensar em amores igualmente impossíveis e reais de bem dois anos atrás.

São mais que duas da manhã. E é normal.

Porque houve Marcelos, e Gustavos, e um Vincent, Jean-Louis.

Olhos enormes, olhos apertados, esverdeados e bem azuis.

Mas como os dele…

Nunca imaginei que teria.

E nunca haverá.

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