Chamado

Há dois fins de semanas abri a Folha de São Paulo e me deparei com anúncio de meia página sobre uma vaga de trabalho na FARM. Deixei aberto na minha mesa o domingo inteiro. O namorado passou e viu, assim como eu vi todas as vezes que olhava pra minha mesa. Era pra martelar mesmo.

Na segunda fui comprar um presente pra uma amiga na FARM do pátio. (O presente, por acaso, eu só lembrei agora que de fato comprei, tinha esquecido completamente. Cabeça cheia.) Bati um papo com a gerente de lá, queria saber mais. Ela me encorajou a mandar o currículo e foi o que eu fiz, à tarde no mesmo dia. Mandei e esqueci.

Fui pra São Paulo pro dia dos namorados. Voltei. O Fim de semana passou corrido, a segunda mais ainda, com dinâmicas de trainees, e na terça eu acordei com o telefonema da gerente de RH, do Rio: você chega em são paulo amanhã? Não quis saber. Voei no mesmo dia.

Não sabia muita coisa. Sabia que era um posto de gerência, alguma coisa no Iguatemi, mas ignorei. Não sendo pra farmete estava valendo. Queria que eles me vissem, queria fazer minhas perguntas. E foi exatamente o que tinha que ser.

Consegui passar minhas idéias, minhas vontades, e o tanto que admiro e me identifico com a marca. A vaga do Iguatemi pouco importou. Fui convidada pra conhecer o escritório lá no Rio, com a produção, o marketing, o estilo. Conhecer o Marcelo, bater um papo com eles, e ver o que tem pra mim lá.

Missão cumprida. Por um anúncio de jornal.

Cada vez mais vejo que a gente tem que ir atrás. Por todas a vias que aparecerem.

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