Capas de Março – Vogue e ELLE Brasil

Com a joint venture de Globo com a Condé Nast, a Vogue Brasil está mandando ver com capas das mais estreladas e fotógrafos internacionais. Depois do bafafá sobre a vinda de Mario Testino e Kate Moss ao Brasil para fotografar a edição de Abril, a capa de março é Freja Beha, a no. 2 do models.com – e queridinha de Karl Kagerfeld - fotografada na sua passagem por São Paulo para fazer a campanha da Santa Lolla.

Enquanto isso, a ELLE Brasil vai de Isabeli Fontana, clicada por Gui Paganini.

Para quem não se lembra, Isabeli chegou justamente ao posto de no. 2 do models.com em 2008.

Ambas capas lindas – refletindo bem o estilo de cada publicação – e ambas modelos incríveis.

O que eu fiquei pensando é: a gente ganha ou perde com as novas estrelas internacionais da Vogue? Claro que é legal ver gente do calibre de Mario Testino fazendo material nacional – como já aconteceu com Terry Richardson, que fez um editorial para a Alfa - mas ao mesmo tempo não perdemos projeção dos nossos talentos? (E não falo só das modelos, essas ficam famosas mais fácil.) A ELLE, principalmente, tem a tradição de lançar new faces nas suas capas e ter parcerias muito sólidas com os melhores fotógrafos de moda do Brasil (principalmente Paganini e Fábio Bartelt).

Não é suficiente ver tudo o que o Testino/Kate/Freha fazem pelo mundo afora?

Revista brasileira tem que mostrar os nossos profissionais ou isso é bairrismo?

No risco de ser julgada como tendenciosa, lancei a pergunta no ar.

Façam suas apostas.

(A ELLE chega nas bancas tradicionalmente na 1a. sexta-feira do mês e é disponibilizada no iPad a partir da meia noite. A VOGUE, pelo que sei, já está nas bancas.)

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